MOVIMENTO NEGAÇÃO DA NEGAÇÃO

 
BUSCA OK
~~!
MNN

“A produção capitalista produz, com a inexorabilidade de um processo natural, sua própria negação. É a negação da negação.”

–Marx, O capital. Livro I - Cap. XXIV, 1867.

TS COMITÊS MNN VER CAPA DA EDIÇÃO #89

LEGALIZAÇÃO

MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo

Conselho de Redação

20/12/2009
 
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo
MNN encerra 2009 com ato pela legalização no centro de São Paulo

No último dia 19, o MNN (Movimento Negação da Negação) ocupou o centro de São Paulo em mais um ato por sua legalização. Bandeiras, estandartes, tambores e cerca de 60 militantes abordavam quem passava pela Praça Ramos das 10h às 13h para a campanha pela oficialização do movimento como partido político.

No som, as denúncias de corrupção e do caos sentido diariamente pelos paulistas estimularam as mais de 3000 mil assinaturas recolhidas em apoio à criação do novo partido. “Eu colaboro porque eu também sou contra tudo isso que tá errado, como a corrupção. O povo precisa combater como fazia antigamente. Todo mundo vê o que tá acontecendo e não faz nada. Tem que fazer, como vocês estão fazendo”, afirmou Sérgio Lúcio de Oliveira, 57 anos.

Para os militantes, a boa receptividade é mais uma prova da possibilidade de um novo futuro a partir do programa do MNN. “Todo mundo vê que não dá mais e se identifica, porque a gente parte das coisas que são mais sentidas – salário, emprego e liberdade. As pessoas vêem que não existe um partido legalizado que lute por esses direitos mínimos”, disse o militante Jefferson Ribeiro Junior, 23 anos, que participa do comitê Jabaquara.

“Partido já tem um monte. Mas é muita traição, mesmo os partidos de esquerda são muito corrompidos. Os trabalhadores e estudantes têm que se unir mesmo”, disse Vicente Rosa, 50 anos, que assinava em apoio ao MNN.

Jefferson conta que, em setembro, também na Praça Ramos, a campanha serviu como uma aproximação de novos militantes. “Pegando assinatura, conheci um rapper que trabalhava aqui no centro. Ele apoiou e depois começou a participar do comitê. Hoje a gente faz coleta de assinatura juntos lá”.

Até o momento, mais de 50 mil pessoas já colaboraram assinando pela formação oficial do partido, que precisa alcançar 500 mil, número exigido pelo TSE. Por isso, o MNN já prepara uma forte campanha para o ano que vem, como anunciou o presidente nacional, Rodrigo Brancher, no encerramento do ato.

“Em 2009, fizemos dezenas de atos, centenas de brigadas, de distribuições de jornais, de panfletagens. Em cada porta de fábrica, nas escolas e universidades, nós trabalhamos duro para defender os interesses dos trabalhadores e da juventude. Em 2010, vamos avançar e lutar ainda mais! Enquanto todos esses partidos, muitos inclusive se dizendo socialistas, estão, na verdade, totalmente comprometidos com a política suja e corrupta dos patrões, o MNN sairá às ruas em 2010 para denunciá-los com toda força, para erguer no horizonte a perspectiva da construção de uma nova direção, um caminho de luta para os trabalhadores e jovens do Brasil e da América Latina!”