Em meio a negociação da PLR, depois de um aviso de greve, a empresa tentou driblar a organização dos trabalhadores. Reuniu grupos de trabalhadores na sala do gerente, tentando coagir o trabalhador a aceitar o valor que eles propunham. Eles diziam que uma greve não seria bom para ninguém, que poderia haver demissões, na verdade ameaçando os trabalhadores. A comissão de trabalhadores eleita para as negociações foi para a 3ª reunião disposta a sair direto para greve se não houvesse acordo.
A empresa sentiu a pressão e preferiu não pagar para ver do que o trabalhador é capaz. Calejados pelas demissões em massa que ocorrem todos os anos na empresa os trabalhadores estão com o sentimento que se tiverem de ser demitidos, que seja lutando.
A empresa, então, ofereceu um aumento de 43% sobre o valor pago em 2009, caso seja alcançada a meta de absenteísmo individual o valor pode chegar a 55% de aumento.
“A emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.
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