Conforme temos noticiado nas últimas semanas, diversos campi da UNESP, espalhados pelo interior, têm sido alvo dos mais diferentes e baixos ataques por parte da burocracia universitária. Ao que parece, podemos falar de uma ofensiva organizada.
Noticiamos aqui, por exemplo, os recentes casos das UNESPs de Araçatuba, Bauru e Araraquara (leia nos links abaixo). Agora, é a vez da UNESP de São José do Rio Preto. Lá, a burocracia se nega a legitimar o processo eleitoral que empossou a chapa “Ruptura”, no começo deste ano, para o Diretório Acadêmico "Filosofia" (DAF). E pior, com base numa lei outorgada durante a Ditadura Militar!
Será que daqui um tempo se lembrarão também de outra lei outorgada na época da Ditadura Militar, a “Suplicy de Lacerda”? [responsável por jogar a UNE e a UEE na ilegalidade].
A situação aperta em Araraquara, Bauru, Araçatuba e São José. A fragmentação das UNESPs contribui para o avanço da burocracia. É preciso uma campanha organizada em todo o estado para dar uma resposta à altura.
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